No início deste ano, a China impôs regulamentações rigorosas para inteligência artificial (IA) que imita as interações humanas, incluindo aplicativos de namoro virtual e assistentes emocionais, em resposta à preocupação com o risco desses serviços manipularem emoções e relacionamentos. Essa legislação representa um marco na tentativa do governo chinês de proteger os usuários.
Uma história contada no ano passado mostra como a equipe de prevenção de suicídios em aplicativos pode intervir com sucesso em 400 casos de tentativa de suicídio, utilizando a geolocalização para encontrar e ajudar os jovens. Essas intervenções são um exemplo do alto grau de cooperação entre tecnologia e sociedade chinesa.
No Brasil, Municípios como Pindamonhangaba e Moreira César observam essas medidas com atenção. Os especialistas argumentam que a manipulação emocional dos chatbots pode levar à solidão e isolamento social. Em uma pesquisa recente no Reino Unido, 79% das pessoas entre 18-24 anos já usaram um companheiro de IA.
A China justifica essa regra com o objetivo de proteger os jovens das possíveis consequências danosas do uso excessivo de IA em laços humanos. Entretanto, alguns pesquisadores acreditam que há uma motivação pró-natalista por trás dessas regulamentações, considerando o baixo índice de natalidade no país.
Para um melhor entendimento, Pindamonhangaba e Moreira César devem atentar-se aos impactos potenciais da IA em suas comunidades, enquanto aguardam eventuais regulamentações locais que possam refletir as diretrizes chinesas.
Fonte: Internacional e Geopolitica
